Estamos na final do Festival da Eurovisão… e näo é notícia em nenhum jornal português! 😀
(Horrorvisão?)
Estamos na final do Festival da Eurovisão… e näo é notícia em nenhum jornal português! 😀
(Horrorvisão?)
E para quem foi feito o 25 de Abril, senäo para as novas geraçöes?
Obviamente, esta entrada deveria ter aparecido ontem. Mas por obra e graça de algum “reaça” informático 🙂, o acesso ao blogue encontrou-se-me vedado.
Entretanto, no Parlamento, o PR mostrou-se “impressionado” com ignorância dos jovens sobre o “Dia da Liberdade” (ler aqui).
Está bem, sr. PR, ficam-lhe muito bem esses sentimentos. Entäo antes de tudo venha a terreiro e explique aos jovens porque tem engulhos de colocar à lapela a símbolo ulterior da Revolução que trouxe a liberdade a um país cinzento e atrasado.
A todos os portugueses, novos e velhos, da esquerda à direita.
É difícil explicar a um finlandês, por exemplo, porque é que só as pessoas mais “à esquerda” celebram esta data histórica (com vigor). Näo tanto porque a esquerda se tenha apropriado do 25 de Abril, mas porque a direita se tenha “desapropriado” dele. Na minha opiniäo, é isso que está errado. A direita deve deixar de ter vergonha e celebrar a vitória da liberdade contra a ditadura, lado a lado com a esquerda.
A liberdade, afinal, deve ser um valor transversal à política!
No país do bem-estar e conforto material (e social), uma das coisas que me chamou a atenção foi o enorme número de lojas de artigos em segunda mão que existem aqui na Finlândia. E o correspondente enorme número de pessoas que a elas recorre…
Quando vivia em Portugal nunca comprei nada em segunda mão, que me lembre. Quanto muito fiquei com coisas que pessoas conhecidas me ofereciam.
Suponho que em Portugal se associe muito o recurso a artigos usados com os “pobrezinhos”? E como ninguém quer passar por pobre, só se quer comprar novo? Cá acho que não há muito esse estigma… aliás muitos chamam a estas lojas de “lojas de reciclagem” o que até dá um ar politicamente correcto à coisa 🙂
Aqui, quando visito essas lojas, as pessoas que lá estão têm um ar muito normal. Normal, quer dizer, não têm ar de quem acabou de estacionar o Jaguar para entrar na loja, mas também não têm ar de quem conta os trocos para poder pagar a água e luz ao fim do mês…
Quando vivia em Tampere e precisei de comprar alguma mobília para a casa, pensei duas vezes antes de gastar um balúrdio para comprar coisas de que provavelmente me teria de desfazer daí por um ano ou dois. E fui a uma destas lojas. Das pechinchas que lá encontrei saliento: uma cama (estrutura) por 40 euros; um espelho meio-corpo por 17; tábua de engomar por 7, uma secretária por 25 e cadeira de escritório por 12; um microondas por 5, e uma mesinha de cabeceira por apenas… 3!
Já em Helsínquia também comprei uma bela cadeira de escritório por 10 euros, e uma frigideira de panquecas pela ninharia de 1 eurito…
Com as poupanças houve mais disponibilidade para ir ao cinema, viajar, ter uns devaneios de gourmet e comprar comidinhas especiais… passei a comprar mais comida FairTrade e “biológica”.
Por curiosidade, nas minhas visitas a Portugal tenho passado por algumas lojas de artigos usados, e o que constatei foi que lá, os preços são exorbitantes (!!!) se comparados aos preços das lojas de cá. Em Portugal compra-se usado quase ao preço do novo… se formos a pensar na carteira, mais vale ir ao IKEA…
Bom, mas este post vem a propósito do quê?… ah, é que me enviaram há uns dias este link, sobre o consumo desenfreado instigado pela cultura norte-americana…
V�in�m�inen, o velho s�bio detentor duma potente e m�gica voz, figura central do folclore finland�s e personagem principal da epopeia nacional Kalevala, �deus do canto, da m�sica e da poesia�, � sempre fonte de inspira��o art�stica.
Tr�s propostas para v�rios gostos:
Faces de V�in�m�inen
Faces de V�in�m�inen � um trabalho de doutoramento do tocador de kantele Timo V��n�nen para o Departamento de M�sica Folk da Academia Sibelius de Hels�nquia.
O projecto inclu� um concerto, uma exibi��o e s�ries fotogr�ficas. Este projecto multi-disciplinar pondera o simbolismo e a sexualidade do kantele atrav�s dos meios da m�sica, dan�a e fotografia. No trabalho pict�rico que unifica as v�rias linhas tem�ticas de todo o projecto, 144 tocadores de kantele unem-se para formar as Faces de V�in�m�inen, da pintura de Gallen-Kallela, �A Partida de V�in�m�inen�. web.mac.com
Concerto a 27.02 e 28.02.2008 �s 19.00, Vanha Ylioppilastalo, Sala de M�sica, Helsinki
Exibi��o de fotografia: 14.02.2008 – 01.03.2008. Sanomatalo, Helsinki
Abertura da exibi��o: 13.02.2008 �s 17.00 Sanomatalo, Helsinki
Faces – imagens do kantele. Uma monografia fotogr�fica publicada por Maahenki (www.maahenki.fi)
“Kalevala � O Poema �pico da Finl�ndia� em portugu�s
�V�in�m�inen o bardo, Ilmarinen, o ferreiro e Lemminkainen, o aventureio e conquistador, s�o os tr�s her�is da Kalevala que lutam pelo amor da filha de Louhi, senhora de Pohjola, a terra do Norte.Esta narrativa �pica da Finl�ndia, editada pela primeira vez em Portugal, foi criada por Ellias L�nrott em 1849, que nela reuniu as can��es da tradi��o oral finlandesa e as fixou em papel. Bem ao jeito de Odisseia e da Il�ada, Kalevala nasceu de uma rica tradi��o oral com ra�zes pr�-hist�ricas. Nela assistimos ao desenrolar da hist�ria m�tica de um povo atrav�s da conquista de um amor e da guerra pelo Sampo � talism� m�gico que traz prosperidade a quem o possui.� saidadeemergencia.com
“Old Man (V�in�m�inen)”
Faixa do primeiro album (Ensiferum) da banda de �folk metal� finlandesa Ensiferum.
Se eles o dizem, quem somos nós para dizer que não…
Tallinn, Estônia, 25 jan (Lusa) – “Vasco da Gama” é o nome escolhido para o espaço que se assume como “primeiro café-restaurante português nos Bálticos”, que no passado dia 14 abriu oficialmente suas portas em Tallinn, capital da Estônia.
“Pelas informações que dispomos, somos não só o primeiro café português nas três repúblicas bálticas e na Finlândia, como também em todos os países nórdicos”, estima João Marquet, gerente do Vasco da Gama.
“Também não conheço mais nada acima de Varsóvia, onde existe o Portucale”, reforça o português, que se mudou para a Estônia há seis meses, inicialmente para lecionar um trimestre no curso de turismo na Universidade de Pärnu.
O Vasco da Gama fica situado no piso térreo de um dos hotéis da cadeia UniqueStay, no número 3 da Paldiski Mount, via movimentada a 10 minutos do centro medieval de Tallinn.
“O Vasco da Gama é uma pequena amostragem da cozinha portuguesa, seja da doçaria, sejam dos pratos tradicionais, e vai se diversificar com o tempo”, assegura João Marquet.
O estabelecimento já oferece, entre outros, pastéis de nata (doce de massa folhada, recheado com creme de ovos), pratos de bacalhau, carne de porco à alentejana (com mexilhões), além de pratos feitos com carne de porco ou bife.
Os pratos principais custam a partir de 59 coroas estonianas (3,7 eur) e o prato do dia tem preço fixo de 95 coroas estonianas (6 eur).
Fonte : Lusa
Bora lá fazer o próximo jantar da LusoFin ao Vasco da Gama em Tallinn? A 6 euros a refeição vai ser o pequeno-almoço, almoço, jantar, ceia e farnel para a viagem de regresso… Yam yam.

Gjallarhorn
O programa de rádio Terra Pura apresenta-lhe algumas das novas propostas de uma das movimentações folk mais dinâmicas e experimentalistas de toda a Europa. Sob a influência dos 4 K (kalevala, karelia, kantele, kaustinen), poderemos ouvir VILMA TIMONEN, TIMO VÄÄNÄNEN, PEKKA LEHTI & OUTO VOIMA, MARIA KALANIEMI, KETSURAT, SVÄNG, GJALLARHORN,FRIGG, MARKKU LEPISTÖ.
O programa de rádio Terra Pura é emitido desde Outubro de 2005 na Rádio Zero, na RUM de Braga e na Antena Miróbriga de Santiago do Cacém. Luís Rei, o autor, é um adepto das chamadas músicas do mundo e da folk desde o início dos anos 90.