Na Finlândia os membros das igrejas luteranas e ortodoxas pagam impostos mais elevados: entre 1 e 2 % do rendimento dos fiéis é retida pelo Vero para ser entregue directamente às organizações religiosas (taxation of residents).
Os impostos são uma das principais razões pelas quais o número de fiéis destas igrejas tem vindo a decrescer: a perspectiva de poupança de algumas centenas de euros é motivação suficiente para cortar a ligação à igreja.
Segundo o diário metro, ao novo bispo da igreja católica também gostaria de poder cobrar impostos directamente aos seus fiéis. Não apontou nenhuma razão moral ou de justiça, limitou-se a dizer que «se os outros têm, nós também queremos». Os meus impostos é que não hão-de ter.

Ou se calhar os fiéis dessas igrejas passaram à fé da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, logo näo têm de dar fundos a esses hereges! Eu também “voto” no “väestörekisteri”.
Em Itália, 0,8% do rendimento vai para uma instituiçäo de caridade, e no formulário consta pelo menos a IGAC, se bem que há sempre uma linha para “outros, escreva qual”.
Por isso criei a Associazzione Umanitaria di Protezzione alle Vittime della Cucina Finlandese. Contribui numerosos para a minha nobre causa, gente pagante italiana!