Dos finlandeses, diz-se que seriam o povo perfeito para um ditador: obedientes e pouco dados a questionar a autoridade. Eu acredito que nós portugueses não somos muito diferentes. Não temos é a capacidade para permanecer indiferentes ao poder, pelo que a ditadura apodreceria por dentro.

Diferença assinalável: o finlandês evoluí. Enquanto nós continuamos presos aos formalismos das nossas regras e normas o finlandês interpreta a situação e, no uso da sua competência decide. Imaginem um polícia a pensar pela sua cabeça nesta situação: «A polícia suspendeu a deportação de duas avós por haver indícios de que a lei poderá mudar em breve» (em virtude destes dois casos) YLE.

Talvez seja só a mim que coisas destas surpreendem, não sei. Mas imaginem a mesma situação em Portugal. Aliás, podem estar recordados de situações similares num passado recente. O que faz o executor? Executa. «Eu por mim não o quero, é até absurdo, mas a lei é dura; a lei é lei.»

No dia internacional da mulher, decidimos presentear as nossas leitoras, numa espécie de exercício de advinhação. Sabemos que o Kimi tem por aí muitas fãs, mas como por estes dias o único local onde o rapaz pode chegar primeiro é em casa optamos por Heikki Kovalainen, o único finlandês na F1.

Kovalainen protagoniza uma série de outdoors e vídeos spot para o canal MTV3, que transmite as corridas de F1. As fotos não as consegui encontrar, fica um dos vídeos (o número 1 está nos comentários). As leitoras me dirão da justiça da minha escolha.

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Um ivestigador concluiu: Portugueses muito tolerantes com a corrupção

Excertos do artigo de jornal:
“a corrupção estilo “Robin Hood” (que favorece os mais fracos) ainda tem uma grande aceitação na sociedade portuguesa. Facto que é sintomático “de uma cultura cívica ainda muito assente na satisfação de necessidades básicas”.

Ainda segundo os estudos que revelou aos deputados, a definição social de corrupção dos portugueses “é algo restrita” e “propícia a que estes escolham frequentemente fazer mais do que a Lei permite e menos do que a ética exige”.”

Mas desde quando é que a corrupção pode servir o bem comum?

Assim nunca saíremos da cepa torta…