Na Finlândia os membros das igrejas luteranas e ortodoxas pagam impostos mais elevados: entre 1 e 2 % do rendimento dos fiéis é retida pelo Vero para ser entregue directamente às organizações religiosas (taxation of residents).
Os impostos são uma das principais razões pelas quais o número de fiéis destas igrejas tem vindo a decrescer: a perspectiva de poupança de algumas centenas de euros é motivação suficiente para cortar a ligação à igreja.

Segundo o diário metro, ao novo bispo da igreja católica também gostaria de poder cobrar impostos directamente aos seus fiéis. Não apontou nenhuma razão moral ou de justiça, limitou-se a dizer que «se os outros têm, nós também queremos». Os meus impostos é que não hão-de ter.

Dizem que ontem, quando as termómetros atingiram os 25 graus em Helsínquia, foi o dia mais frio deste Inverno. E o HS dizia que já não havia Inverno assim desde 2003 e que é preciso recuar tantos anos para ver tanta neve como hoje.

As pessoas parecem-me contentes. Têm o sol que afugentou o bréu de Novembro, a neve para brincar e reflectir a luz e o que fazer com os esquis e os patins que compraram. Eu também gosto e não me incomoda nada o frio. Pior será quando as temperaturas subiram acima do zero e por aí oscilarem, haverá muita água e gelo no chão. Mas até lá…

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